Pará e Venezuela iniciam nova rota em maio

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Albanave destacará três embarcações para fazer tráfego regular; serviço deve atender também o Caribe.


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A CDP (Companhia Docas do Pará) e o armador venezuelano Albanave fecharam um acordo que cria uma rota marítima regular quinzenal de contêineres entre os portos paraenses e o país vizinho. O serviço começará em maio e será realizado por três navios recém-construídos da Albanave, o braço de transporte de carga da PDVSA (Petróleos de Venezuela S.A).
O valor das exportações paraenses à Venezuela dobrou entre 2006 e 2008, saindo de quase US$ 170 milhões para US$ 334 milhões. Em 2009, a corrente de comércio registrou saldo de 11,80%, chegando a US$ 375,8 milhões no período.
A expectativa é que o serviço catapulte a Venezuela da 6ª posição em 2009 no ranking dos principais países com os quais o Pará comercializa para o 3º lugar, hoje ocupado pelos Estados Unidos. A estimativa é da diretora de Apoio ao Comércio Exterior da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará, Fátima Gonçalves.
«Certamente a Venezuela deve subir. Hoje, as trocas são muito dependentes de bois embarcados vivos para a Venezuela, em navios especiais. As demais rotas entre o Estado e o país são feitas mais por transbordos», destaca Gonçalves em entrevista exclusiva ao Guia Marítimo.
Atualmente, os agricultores e pecuaristas do Pará têm de transportar a produção até o Porto de Santos, em caminhões refrigerados, para depois exportá-la a Caracas. Com a nova rota, os navios sairão diretamente do Estado, o que reduzirá o frete marítimo.
No exercício passado, os principais embarques do Pará para a Venezuela foram bovinos vivos (US$ 338,5 milhões); bovinos para reprodução (US$ 13,4 milhões); e minério de manganês (US$ 7,2 milhões). Já na importação, os destaques foram o coque de petróleo (US$ 7,5 milhões) e enxofre a granel (US$ 619,2 mil).
«Mas para fomentar o novo serviço, precisamos de mais cargas», disse Gonçalves. Com esse objetivo, será realizada de 3 a 7 de maio uma rodada de negócios com 15 empresários do país vizinho. Dentre aA CDP (Companhia Docas do Pará) e o armador venezuelano Albanave fecharam um acordo que cria uma rota marítima regular quinzenal de contêineres entre os portos paraenses e o país vizinho. O serviço começará em maio e será realizado por três navios recém-construídos da Albanave, o braço de transporte de carga da PDVSA (Petróleos de Venezuela S.A).
O valor das exportações paraenses à Venezuela dobrou entre 2006 e 2008, saindo de quase US$ 170 milhões para US$ 334 milhões. Em 2009, a corrente de comércio registrou saldo de 11,80%, chegando a US$ 375,8 milhões no período.
A expectativa é que o serviço catapulte a Venezuela da 6ª posição em 2009 no ranking dos principais países com os quais o Pará comercializa para o 3º lugar, hoje ocupado pelos Estados Unidos. A estimativa é da diretora de Apoio ao Comércio Exterior da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará, Fátima Gonçalves.
«Certamente a Venezuela deve subir. Hoje, as trocas são muito dependentes de bois embarcados vivos para a Venezuela, em navios especiais. As demais rotas entre o Estado e o país são feitas mais por transbordos», destaca Gonçalves em entrevista exclusiva ao Guia Marítimo.
Atualmente, os agricultores e pecuaristas do Pará têm de transportar a produção até o Porto de Santos, em caminhões refrigerados, para depois exportá-la a Caracas. Com a nova rota, os navios sairão diretamente do Estado, o que reduzirá o frete marítimo.
No exercício passado, os principais embarques do Pará para a Venezuela foram bovinos vivos (US$ 338,5 milhões); bovinos para reprodução (US$ 13,4 milhões); e minério de manganês (US$ 7,2 milhões). Já na importação, os destaques foram o coque de petróleo (US$ 7,5 milhões) e enxofre a granel (US$ 619,2 mil).
«Mas para fomentar o novo serviço, precisamos de mais cargas», disse Gonçalves. Com esse objetivo, será realizada de 3 a 7 de maio uma rodada de negócios com 15 empresários do país vizinho. Dentre aA CDP (Companhia Docas do Pará) e o armador venezuelano Albanave fecharam um acordo que cria uma rota marítima regular quinzenal de contêineres entre os portos paraenses e o país vizinho. O serviço começará em maio e será realizado por três navios recém-construídos da Albanave, o braço de transporte de carga da PDVSA (Petróleos de Venezuela S.A).
O valor das exportações paraenses à Venezuela dobrou entre 2006 e 2008, saindo de quase US$ 170 milhões para US$ 334 milhões. Em 2009, a corrente de comércio registrou saldo de 11,80%, chegando a US$ 375,8 milhões no período.
A expectativa é que o serviço catapulte a Venezuela da 6ª posição em 2009 no ranking dos principais países com os quais o Pará comercializa para o 3º lugar, hoje ocupado pelos Estados Unidos. A estimativa é da diretora de Apoio ao Comércio Exterior da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia do Pará, Fátima Gonçalves.
«Certamente a Venezuela deve subir. Hoje, as trocas são muito dependentes de bois embarcados vivos para a Venezuela, em navios especiais. As demais rotas entre o Estado e o país são feitas mais por transbordos», destaca Gonçalves em entrevista exclusiva ao Guia Marítimo.
Atualmente, os agricultores e pecuaristas do Pará têm de transportar a produção até o Porto de Santos, em caminhões refrigerados, para depois exportá-la a Caracas. Com a nova rota, os navios sairão diretamente do Estado, o que reduzirá o frete marítimo.
No exercício passado, os principais embarques do Pará para a Venezuela foram bovinos vivos (US$ 338,5 milhões); bovinos para reprodução (US$ 13,4 milhões); e minério de manganês (US$ 7,2 milhões). Já na importação, os destaques foram o coque de petróleo (US$ 7,5 milhões) e enxofre a granel (US$ 619,2 mil).
«Mas para fomentar o novo serviço, precisamos de mais cargas», disse Gonçalves. Com esse objetivo, será realizada de 3 a 7 de maio uma rodada de negócios com 15 empresários do país vizinho. Dentre a

s cargas potenciais a serem embarcadas, Gonçalves destaca derivados de carne, polpa de frutas, biscoitos, massas e enlatados. Segundo ela, ainda não está definido se as escalas serão no Porto de Belém ou no de Vila do Conde (na foto).
Região Norte e Caribe
A estratégia é que, além do Pará, a rota também atenda o restante do arco Norte do País, principalmente o Estado do Amazonas. «A intenção é que inclua até o Caribe», revela Gonçalves.
A nova rota interessa especialmente a um grupo de empresários paraenses, potenciais exportadores de carne para a Venezuela. O Estado conta hoje com 15 plantas de processamento de carne dentro do SIF (Sistema de Inspeção Federal) e prontas para exportação.
O grupo Minerva, que opera no Pará desde outubro de 2009, já exporta carne processada para a Venezuela, pelo Porto de Vila do Conde. Os embarques começaram com 90 toneladas por semana. Hoje, já superam 100 toneladas.
Foto retirada do site da Santos Brasil.

 Fonte:Gúia Maritimo

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