CAMPO DE BATALHA
Em 2023, os prognósticos do progresso da economia global açoitada impiedosamente pelas ondas de choque geradas pelos conflitos entre nações, pela volatilidade dos mercados, pela elevação das taxas de juros, pela inflação e pela ânsia de poder e de ganância de alguns, assinalam um leque de dificuldades para o comércio internacional que, como sempre, deve castigar com maior força as pequenas e médias empresas (P&M), uma das partes mais vulneráveis na cadeia de negócios além-fronteiras.
Nessa situação, plena de desafios, os dirigentes das P&M precisam usar todos os mecanismos disponíveis para manter posições competitivas e perceber que não podem cair no desanimo daqueles que acham que as negras nuvens que obscurecem o horizonte são o prelúdio de desastres maiores e não apenas signos dos eternos ciclos econômicos,
de altos e baixos, que fustigam periodicamente o andar da economia.
Assim, é preciso programar e executar ações que tem como embasamento princípios de excelência na gestão dos negócios internacionais, traduzidos numa posição competitiva necessária e suficiente para garantir ações externas contínuas, seguras e lucrativas.
Ou, em outras palavras: se a competitividade é condição “sine-qua-non” para o crescimento das grandes empresas, para as P&M deve ser entendida como uma questão crucial, prioritária e definitivamente necessária.
Sob qualquer ponto de vista, é o passaporte para a vitória nessas batalhas sem fim.
E, a partir da compreensão da necessidade de percorrer caminhos mais difíceis para atingir resultados positivos, não vacilar em aplicar com a máxima urgência um conjunto de atributos de excelência empresarial entre os quais merecem destaque a visão de negócios; informação; especialização; inovação; logística;
Comunicación; diferenciación; marketing; relación ; creatividad y rentabilidad – herramientas esenciales para crecer con seguridad y alcanzar un papel relevante en las guerras de los mercados internacionales.

