O BOM CAMINHO

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Muito em breve o Brasil inicia um novo caminho, sob novas lideranças políticas, para tentar cumprir a promessa recorrente de alcançar o futuro ansiado pela maioria do povo brasileiro.

Não será fácil. E que, mergulhado nas incertezas, o país está passando por um de seus piores momentos no que vai desse Século XXI, pagando o preço desproporcional de circunstâncias negativas fora de seu controle e sendo debilitado sob o peso de uma governança desorientada e a perda da confiança nas suas lideranças políticas, tudo somado  aos efeitos nocivos da falta de perspectivas críveis para sair do lamaçal no qual está metido, enfim, o caminho parece cheio de obstáculos intransponíveis.

Para os pessimistas, é a hora da verdade. Para os otimistas, o pior já passou e trata-se apenas de realizar os ajustes necessários para voltar à senda de um desenvolvimento robusto, contínuo e equitativo. 

Agora, olhando o futuro, tudo ficaria mais fácil se o Brasil tivesse um programa de desenvolvimento de longo prazo, desde que é bem sabido que quando não existe esse guia o país fica refém de interesses imediatistas de grupos poderosos, de ações político-partidárias que raramente olham o bem geral, de suas intermináveis contradições sociais e da pressão de circunstâncias nem sempre favoráveis, sempre presentes para obscurecer o caminho para um futuro melhor.

É mais que evidente que seria muito positivo é contar com uma diretriz firme – quem sabe na forma de um PLANO DECENAL DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO – que, qual farol no meio da tempestade, assinale o caminho a seguir evitando, inclusive, a sensação de que, sem rumo, a nau brasileira segue à deriva empurrada pelas suas fragilidades.

 O bom seria que esse esforço de crescimento integrado tenha como foco políticas permanentes para colocar todos os indivíduos, sem distinções, em igualdade para competir e, desse modo, trilhar esse novo caminho lembrando sempre que as pessoas devem ser o centro de todo esforço governamental.

 É fundamental nesse trabalho de construção, estabelecer como norma constante um profundo respeito pelo meio ambiente e, em paralelo, incentivar políticas claras para o crescimento dos setores chaves da economia, sempre de olho para manter o egoísmo natural das forças orientadas pelos mercados no justo calibre dos interesses maiores do País, humanizando e transformando positivamente as relações entre o capital, a tecnologia, o governo e o trabalho.

MIGUEL S. NOZAR

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