FATURAS PENDENTES

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Resulta por demais evidente que nos encontramos numa época sem precedentes nos tempos modernos, demarcada por uma conjugação de tendências conflitantes que, tudo parece assim indicar, devem ser os primeiros sinais de uma mudança profunda no relacionamento entre as os povos, as pessoas e as nações e, destes, com o Planeta Terra.

Na medida em que avança a percepção de que o sistema – as bases políticas, econômicas e sociais sobre as quais construímos nosso caminho para o futuro e que já emplaca mais de 300 anos – não vai conseguir atender os anseios de uma vida melhor para a maioria da humanidade, surge a necessidade de substituição do aparelhamento tradicional, que já revela claramente seus defeitos, por transformações que sejam indicativos reais de um futuro mais feliz para os sofridos viajantes do (ainda) Planeta Azul.

 
Mudanças planetárias já podem ser observados, como por exemplo, na troca da meta de desenvolvimento a qualquer custo por desenvolvimento sustentável; no uso de tecnologias da informação como matéria prima para a democratização do progresso; na compreensão das lideranças políticas, de todo o mundo, da necessidade de trabalhar juntos para solucionar problemas globalizados, como a busca da paz entre as nações, a desigualdade social, a concentração crescente da riqueza, a preservação ambiental, e por aí afora. 

Todo isso exige mais cooperação e adesão à objetivos comuns somados ao entendimento de que, queiramos ou não, gostemos ou não, todos partilhamos do mesmo mundo. Ou como observou um cínico analista do quotidiano: “Estamos no mesmo barco, ainda que alguns viajem de primeira classe e a maioria nos porões abaixo da linha de flotação”.

As Nações Unidas, com a clara percepção dos paradoxos das sociedades que transitam por nosso mundo globalizado, discutiu e aprovou um plano de ação na forma de Objetivos de Desenvolvimento Sustentávela AGENDA 2030 – que envolve todas as nações e que busca, essencialmente, sinalizar os caminhos a serem percorridos para atacar frontalmente alguns dos grandes problemas que afligem o futuro da humanidade.

A Agenda 2030 busca equilibrar as três dimensões do desenvolvimento sustentável: a econômica, a social e a ambiental, integradas e interdependentes, num programa inovador que transcende para as gerações de tempos vindouros.

De qualquer modo, em 2030, a Humanidade vai querer cobrar essa fatura.

Por Miguel S Nozar

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