Desenvolvimento da região Sul de Santa Catarina
No cenário nacional o processo de concessão das operações ferroviárias à iniciativa privada mostrou ser uma das ações governamentais mais acertadas para a infraestrutura de transportes do Brasil. Entre 1997 e 2013, a movimentação anual de cargas passou de 253,3 milhões toneladas úteis para 452 milhões, ou seja, um crescimento de 78,5%.
Ferrovia Tereza Cristina – Uma história que impulsiona o desenvolvimento da região Sul de Santa Catarina
No cenário nacional o processo de concessão das operações ferroviárias à iniciativa privada mostrou ser uma das ações governamentais mais acertadas para a infraestrutura de transportes do Brasil. Entre 1997 e 2013, a movimentação anual de cargas passou de 253,3 milhões toneladas úteis para 452 milhões, ou seja, um crescimento de 78,5%.
Esse desenvolvimento do sistema ferroviário foi essencial para absorver a demanda de transporte de carga no País e evitar o temido “apagão” logístico, anunciado há alguns anos. Além de quase dobrar o volume transportado, as ferrovias também diversificaram significativamente o tipo de carga movimentada. O transporte por ferrovias é cada vez mais importante e necessário para que a economia brasileira possa crescer com sustentabilidade.
Em Santa Catarina, a Ferrovia Tereza Cristina (FTC) assumiu, há 18 anos, o desafio de reerguer o modal ferroviário no Sul do Estado, com foco no transporte de carvão da região carbonífera para o Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, em Capivari de Baixo.
De lá para cá, superou 49 milhões de toneladas transportadas, promoveu uma série de melhorias e aprimorou as operações investindo mais de R$ 53 milhões em modernização de locomotivas, vagões e equipamentos de oficinas, recuperação da via permanente, sinalização, segurança de passagens em nível, desenvolvimento de softwares de gerenciamento operacional, adequações ambientais, capacitação do quadro de colaboradores e em programas de Responsabilidade Social, voltados para o bem-estar e qualidade de vida das comunidades lindeiras.
Com uma malha ferroviária de 164 km, o menor corredor ferroviário brasileiro, a FTC passa por 14 municípios e, por isso, está atenta às demandas do mercado. Pelo empreendedorismo e a confiança no potencial da região a empresa está preparada para atender novas opções de cargas, com destino à exportação pelo Porto de Imbituba.
A FTC tem acesso ao Terminal Intermodal Sul (TIS), posicionado estrategicamente no maior polo cerâmico do Brasil. Além de favorecer o desenvolvimento e a logística do Sul de Santa Catarina, a empresa contribui fortemente para a economia fiscal do país, estado e município. Nesses 18 anos, a Concessionária recolheu aos cofres públicos mais de R$ 142 milhões a título de concessão, arrendamento e tributos.
Todo este trabalho é sustentado pela implementação do Sistema de Gestão Corporativo (SGC), que agrega as certificações ISO 9001, gestão da qualidade, ISO 14001, gestão ambiental, e OHSAS 18001, gestão da segurança e saúde ocupacional, que reforçam o compromisso com a satisfação de clientes e acionistas, colaboradores, comunidade e a preservação do meio ambiente.
Informe completo en Revista Protagonista Num 23
