UM PASSO HISTÓRICO

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Em 20/11/2022, em Sharm el-Sheikh, Egipto, os países participantes da COP27 (Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática) concordaram finalmente, após exaustivas negociações, na necessidade de compensação pelos danos causados pelas alterações climáticas sofridos por países vulneráveis que, sem culpa e sem poder para influir ou evitar esses ataques, são vítimas indefensas dessa pegada insana do andar da humanidade. 

Países ricos e poderosos que, em geral, são os maiores assassinos da qualidade do meio ambiente, já não conseguem esconder sua responsabilidade e participação na deterioração do clima, fenômeno global suficiente real e perigoso como para sacudir de modo catastrófico as bases de nossa civilização.

Vale lembrar que nesse grupo tem destaque muito especial aqueles países aferrados ao sistema tradicional de produção de riqueza que, sem olhar os danos causados ao meio ambiente, preferem ignorar as evidências científicas e as projeções realizadas pelos melhores especialistas do mundo que provam sua culpa no caminho escolhido para gerar lucros que, verdade seja dita, é o pano de fundo dessa insensibilidade que fere os anseios mais caros da sociedade para um futuro melhor.

Os signos dessa catástrofe global são evidenciados no aumento da acidez das águas e na elevação do nível dos oceanos; no derretimento das calotas polares e dos gelos das alturas; nas secas cada vez mais devastadoras, no aumento de inundações pelos excessos de chuvas; no acréscimo assustador da temperatura mundial e não proliferação de incêndios florestais; no aumento de doenças do aparelho respiratório e na extinção ou escassez de espécies, só para citar alguns dos mais visíveis. Mas todos eles de efeitos colaterais que sustentam uma corrente de males calamitosos para a continuidade da vida no Planeta.

Também, todos concordaram, uma vez mais, que é de fundamental importância tomar medidas efetivas para deter o processo de aquecimento terrestre e manter a meta de uma elevação máxima de 2º C. até o final do Século sobre os níveis da época pré-industrial, o que, diga-se de passo, vai exigir mudanças cruciais nas atitudes de muitas lideranças globais que precisam liderar políticas ambientalmente corretas para produzir e consumir riqueza e que, sem desculpa, devem priorizar o uso eficiente de recursos naturais e uma alta inclusão social.

O tempo dirá se as ações são coerentes com essas recomendações.

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