A NOVA FRONTEIRA

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Comparativamente, Brasil e China têm duas imensas fronteiras geográficas que podem ser plenamente conquistadas – o Norte, no caso brasileiro; o Oeste, no caso chinês – cada uma com aproximadamente 5.000.000 Km2, pouco habitadas, plenas de riquezas e promessas de uma revolução sem precedentes na ocupação dos seus respectivos territórios.

Entretanto, é até uma ousadia comparar a Amazonia Brasileira – cuja fragilidade ambiental não suportaria a presença humana irrestrita sem danos irreparáveis a sua biodiversidade e cujas terras são planas, facilmente degradáveis e inundáveis – com o Oeste da China, de altas montanhas, vales imensos, gigantescas áreas aptas para uso agrícola sem necessidades de agredir o meio ambiente, com grandes reservas minerais, afinal, uma região para desbravar e ocupar economicamente sem mais delongas. 

E muito importante realçar a formidável diferença entre o modelo de desenvolvimento que está sendo ora implementado com aquele adotado pelo gigante asiático a partir de 1980, quando a consigna maior e irrefutável era crescer a qualquer custo para tentar desmontar a gigantesca bomba social herdada da era Mao que, por inercia, ameaçava esfacelar irreversivelmente a sociedade chinesa.

Então, era preciso crescer rapidamente para gerar os recursos necessários para evitar o pior. Infelizmente, toda essa afobação gerou uma vítima inocente que foi agredida, violada, usada, dilacerada e com isso, deu uma contribuição indispensável para o sucesso do projeto de crescimento acelerado: o meio ambiente.

En los últimos años, China ha multiplicado sus esfuerzos para remediar los errores del pasado y orientar el desarrollo futuro en un celo absoluto por la preservación del medio ambiente. En la implementación de la conquista de Occidente, el cuidado del medio ambiente es una condición básica para la ejecución de cualquier proyecto, lo que, además, es un requisito sine qua non para cualquier obra, en cualquier lugar del país.

Agora, olhando friamente a realidade, é fortemente desejável que o Brasil possa analisar e aprender lições das ações positivas implementadas por China no Oeste, as quais, devidamente ajustadas às características da Amazonia, contribua para transformar, de modo sustentável, essa fabulosa região.

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